Corrida Sempre Mulher 06 de Novembro de 2011 Lisboa
Corrida Sempre Mulher 06 de Novembro de 2011 Lisboa
Depois de uma semana Chuvosa foi com algum receio que fomos participar em mais este tipo de evento. Depois de termos participado em alguns passatempos que ofereciam as inscrições dos quais fomos vencedores, fomos com o nosso filhote que se porta sempre lindamente, já está a tomar o nosso ritmo e gosta. O dia estava solarengo e como sempre fomos com alguns amigos para a prova, chegamos a horas, mas algumas pessoas importantes esqueceram se do horário, que pena, foi somente o seu EMBAIXADOR (TONY CARREIRA), e logo começou com um bom atraso, mas como bom Português, lá cantou umas músicas que encantou a massa feminina, em grande número suas fans, que rapidamente se esqueceram do seu lapso. Na Partida GRANDE CONFUSÂO, com autógrafos e atropelos pelo meio para se chegarem ao SR. EMBAIXADOR, mas ninguém se lembrou do speaker que tanto fez para animar a malta enquanto se esperava pela sua chegada, os VIP são assim, mas esquecendo isso e voltando a Partida, espaço muito estreito para o volume das pessoas, que se avolumaram como sardinhas em lata para andarem, pois muitas pessoas queriam por a escrita em dia, é lógico ao porem se lado a lado em numero de 5 a 6 pessoas é lógico o volume aumenta, e porque empurrar não dá. Percurso muito estreito pois não permitia passar sem atropelar ou dar umas pisadelas, a organização terá que de futuro repensar bem este tipo de caminhada, é certo que não queríamos correr, mas temos já um ritmo que algumas pessoas não têm, e passear vou mas não para estes eventos, a paisagem que se desfrutava desta caminhada era um espetáculo, mas pena foi que em certos locais tivéssemos que parar porque o percurso afunilou de tal maneira, e com degraus, que proporcionou algumas quedas nada agradáveis, atenção organização. Na zona da meta na receção dos brides outra confusão, no Stand da NESTLÈ, uma fila enorme, com uma só pessoa a dar, em que idosos e pessoas com crianças pequenas não tinham prioridade, em conversa que tive com uma responsável do referido stand, que me disse terem sido ameaçadas fisicamente, se tal o fizessem, é muito triste este povo sem educação e respeito pelos seus semelhantes, mais uma vez demostram o pais que vivemos sem escrúpulos e principalmente civismo.
Não quero com isto deixar de Agradecer a RANDSTAD e à CP, cuja organização foi exemplar.
MUITO OBRIGADA

ARMAS
- De vermelho, uma dobre-cruz acompanhada de seis besantes, tudo de ouro, com bordadura do mesmo.
- Timbre: uma águia estendida de negro, carregada de nove besantes de ouro, três no peito e rês em cada asa, ou de vermelho também carregada de nove besantes de ouro.
HISTóRIA
FAMÍLIA ALMEIDA
Almeida é sobrenome português e sua origem é árabe a ( al ) mesa ( meida ), em sentido geográfico seria " a mesa, o planalto ou o chão plano ". Descendem os Almeida de D. Fernão Canelas, senhor das Quintas do Pinheiro e Canelas, pai de João Fernandes de Almeida. Procede também desta família Egas Moniz, conquistador de Almeida, da qual um de seus filhos tomou o nome por sobrenome. Em consulta ao The Historical Research Center do Projeto Imigrantes é possível encontrar informações a respeito do “sobrenome Almeida, cuja origem é habitacional. Este termo se refere aos do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade, vila ou um lugar identificado por uma característica topográfica. Neste caso, o sobrenome é derivado de um lugar chamado Almeida, cidade localizada ao noroeste de Portugal, no distrito de Guarda, perto da fronteira espanhola. Portanto, o portador original do sobrenome Almeida foi identificado como sendo morador de uma área de “ terras planas’’, como uma mesa. Um dos primeiros registros do sobrenome é de José Fernandes de Almeida, que fundou a cidade de Almeida, em Portugal, em 1258 e mais tarde adotou o nome do lugar como seu sobrenome. O mesmo José Fernandes de Almeida tinha o titulo de senhor de pinheiro e canela.
A família Almeida em Portugal desempenhou um papel importante na história daquele país. Um certo Francisco de Almeida foi Vice-Rei na Índia, enquanto que um tal Duarte de Almeida destacou-se na Batalha de Coro. Entre os portadores célebres do Sobrenome Almeida incluem-se: Brites de Almeida, nascida em 1385, a qual foi uma heroína na guerra contra o Rei D. João I de Portugal e o rei de Cadiz na Índia; e, no Brasil, Manuel de Almeida (1831- 1861), autor do que é considerado o primeiro grande romance da literatura brasileira, “Memória de um Sargento de Milícias’’.
Segundo Magno Araújo, a vila de Almeida, em Portugal, deu o apelido a esta família, com casas ilustríssimas, das quais saíram egrégios prelados e valorosos generais. No Brasil, consta haverem vários grupos familiares de descendência dos Almeidas europeus. Um deles, em particular, descende da associação dos Almeidas e Correias, daí surgindo a família Correia de Almeida de Pernambuco.
O nome de Custódia Correia de Almeida, casada com Manoel de Barros Lindoso aparece na genealogia pernambucana. Foram donos do Engenho Baeté, em Barreiros (Freguesia do Una), no Estado de Pernambuco, durante a primeira metade do século XIX. Dessa união nasceu Francisca Correia de Almeida, que em 09/05/1841, casou na capela do Engenho Baeté com seu primo de segundo grau, Herculano Antônio José Marroquim, natural de Boa Vista, Recife, sendo ele filho de Antônio José Marroquim e Anna Correia de Almeida, de onde surgiu a família Correia de Almeida Marroquim.
Em todo o Brasil, de norte a sul tem Almeida, principalmente, no nordeste. Possivelmente tenham vindo de Portugal em épocas diferentes. Há os que vieram no periodo das capitanias e há os que entraram no Brasil em cada governo geral. Porém, esses que colonizaram o sertão já eram descendentes de portugueses que vinham de São Paulo para diferentes pontos do interior de Minas Gerais, do Piaúí, da Paraíba, do litoral da Bahia e de Pernambuco, de Alagoas, do Ceará, Maranhão, Pará e Rio Grande do Norte. As armas e brasão portugueses dessa família foram conseguidos já no Brasil, por serviços prestados à Coroa, através dos governadores das províncias, por ordem do império português aos seus cavalheiros, donatários e militares de ofício ou não, do mesmo modo como ocorria com os entradistas que saíam do litoral para o interior e os bandeirantes paulistas, mineiros e baianos. Os Almeidas do Ceará, da Paraíba, do rio Grande do Norte e Pernambuco são do mesmo troncos, aportaram na Bahia na mesma época e aparecem no século XVIII em Pernambuco, na formação das primeiras povoações na Fazenda da Panela d’Água, na Fazenda Grande de Belém do Cabrobó e nas terras de Santana de Terra Nova a Parnamirim.
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/38063/1/FAMILIA-ALMEIDA/pagina1.html#ixzz1JJt94WdY